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A Microsoft publicou em seu site brasileiro e no internacional uma matéria que apresenta a PBSF e o seu trabalho, com o uso de ferramentas na nuvem, entrevistando o fundador da empresa, Dr. Gabriel Variane. Confira o texto na íntegra:

PBSF une tecnologia de Nuvem e medicina avançada para atender recém-nascidos

Empresa brasileira desenvolveu um sistema que monitora a atividade cerebral de bebês com alto risco de lesão neurológica, permitindo a intervenção rápida para salvá-los e protegê-los de danos permanentes. A tecnologia conta com uma central que monitora dados emitidos por hospitais no Brasil inteiro, via Microsoft Azure.

A saúde de um bebê nos primeiros dias após o nascimento determinará como será o resto de sua vida. Isso é particularmente importante no caso de crianças com riscos neurológicos, que podem ser causados por condições como: asfixia perinatal, parto prematuro ou cardiopatias congênitas. A conduta adequada da equipe médica nessas situações resultará em um crescimento saudável ou com poucas sequelas. No entanto, qualquer diagnóstico impreciso pode desencadear doenças neurológicas que acompanharão o recém-nascido e sua família para sempre, ou até mesmo pode resultar em morte neonatal.

O problema envolve o fato de que identificar precocemente situações e sinais de risco para lesão cerebral, com intuito de agir rapidamente para coibir sequelas, não é uma tarefa fácil. Um sinal de que as coisas não vão bem para o recém-nascido é a convulsão, por exemplo. Mas nem sempre os episódios convulsivos são identificados pela equipe que acompanha o paciente na UTI. A maioria das crises epilépticas não tem nenhuma manifestação clínica e, quando a constatação é feita, já pode ser tarde demais.

Felizmente, a tecnologia pode ajudar. Em 2017, o médico neonatologista brasileiro Gabriel Variane uniu os conhecimentos adquiridos ao longo de anos do exercício da profissão aos serviços de Nuvem da Microsoft para criar a PBSF, sigla para o termo Protecting Brains & Saving Futures (Protegendo Cérebros e Salvando Futuros).

A empresa propõe ensino, treinamento e monitoramento constante da atividade cerebral de recém-nascidos com riscos neurológicos internados em regime de terapia intensiva. Essa conduta permite a intervenção imediata nos pacientes de alto risco, com uso de metodologias eficazes, como a hipotermia terapêutica, que consiste em resfriar o bebê com asfixia perinatal para temperatura de 33,5 graus, reduzindo os danos ao cérebro e, muitas vezes, salvando sua vida.

Entretanto, monitorar essas crianças de forma constante e precisa requer um grande investimento em equipe e treinamentos, o que torna a prática proibitiva para muitos hospitais, sobretudo em países em desenvolvimento como o Brasil.

Aqui entra a tecnologia. A PBSF criou uma estrutura chamada CSI (Central de Vigilância e Inteligência, na sigla em inglês), com a qual profissionais especializados monitoram pacientes internados em todas as regiões do Brasil. Ao verificar alguma anormalidade, essa equipe notifica os médicos de plantão, que intervêm rapidamente de acordo com avançados protocolos assistenciais, treinados e aperfeiçoados pela empresa.

“Centros hospitalares de São Paulo e de todas as cinco regiões do país têm usado os mesmos protocolos internacionalmente validados e utilizados por renomados centros, como a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. “Nosso objetivo é levar assistência de alto nível a locais que antes não poderiam ter esse tipo de serviço”, afirma Gabriel Variane.

Saúde na Nuvem

Para que a CSI seja efetiva, ela precisa estar amparada por uma infraestrutura de Nuvem de alta performance, que garanta segurança e estabilidade aos serviços. Além disso, o sistema deve estar preparado para armazenar grandes quantidades de dados. Por isso, a PBSF escolheu trabalhar com o Azure. Em parceria com profissionais da Microsoft, a empresa desenvolveu uma arquitetura baseada em recursos como SQL Server, Azure Event Hubs, Azure IoT Hub, DataLake Store, Azure Blob, entre outras soluções oferecidas no ambiente do Azure.

Tudo isso permite que a PBSF trabalhe hoje com 23 hospitais em todas as regiões do Brasil, tendo atendido mais de 3 mil bebês. A estrutura ainda suporta o armazenamento confiável de mais de 200 mil horas de monitoramento, cuja análise inteligente é essencial para o desenvolvimento de novas soluções. Além disso, o grupo atua em parceria com equipe do Colégio Imperial de Londres, em um estudo internacional que visa implantar as bases de cuidados e monitoramento cerebral remoto em mais de 2 mil crianças na Índia. O Azure garante a possibilidade de escalar esses serviços com facilidade, possibilitando os planos de expansão da iniciativa para outros centros hospitalares no Brasil e no mundo.

“Sempre achamos que a Nuvem era o modelo mais inteligente para prestarmos esse serviço, e isso está se provando verdadeiro”, afirma Variane. “Hoje temos um dos maiores bancos de dados de monitoramento cerebral neonatal do mundo.”

Futuro inteligente

Mas esse é só o começo. PBSF e Microsoft estão agora trabalhando em conjunto para o desenvolvimento de um algoritmo de Inteligência Artificial que permitirá não apenas o disparo de alarmes rápidos nas crises convulsivas como também a predição desses e outros eventos deletérios, baseada nos padrões analisados a partir de milhares de casos.

Uma versão inicial do sistema já está salvando vidas. Um dos pacientes monitorados pela empresa apresentou sinais de convulsão e deterioração neurológica e hemodinâmica no primeiro dia de vida. Um alerta acionou a equipe na CSI, que prontamente notificou os profissionais da UTI, que após este diagnóstico precoce, agiram rapidamente para uma avaliação e intervenção precisa, capaz de reverter o quadro e estabilizar a condição clínica da criança. Sem essa intervenção precoce, os danos neurológicos poderiam ser extensos e permanentes. Depois de dez dias, o bebê teve alta e agora leva uma vida normal.

Multiplicar esse tipo de história de sucesso é a missão da parceria entre PBSF e Microsoft. “Acreditamos que esse projeto dá oportunidade de mudar a história de vida de milhares de famílias. Crianças que poderiam levar problemas graves para o resto de suas vidas, incluindo alto nível de dependência de outras pessoas, podem crescer e desenvolver seus potenciais plenos. Isso é muito importante”, afirma Variane.

Link para o texto original:

Português – https://customers.microsoft.com/EN-US/story/830644-pbsf-health-provider-azure-pt-brazil

Inglês – https://customers.microsoft.com/en-us/story/834779-pbsf-health-provider-azure-en-brazil

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