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Soluções e Metodologias PBSF

Estima-se que, no Brasil, nasçam 350 mil prematuros por ano,

ou seja, 40 prematuros por hora, o que representa 11% dos partos

totais no país.

Cliques

A Problemática

Estima-se que, no Brasil, nasçam 350 mil prematuros por ano, ou seja, 40 prematuros por hora, o que representa 11% dos partos totais no país. Já a asfixia perinatal, responsável por 23% da mortalidade geral de recém-nascidos, acomete no país, de 6 a 18 mil bebês/ano, aproximadamente 1 a 2 bebês por hora. Além disso, estudos apontam que temos no Brasil 26 mil crianças com cardiopatias congênitas por ano.

A criação da PBSF surgiu devido à preocupação de especialistas com esses números altíssimos de bebês de risco e, consequentemente, com o aumento dos custos gerados por essa população que acabam evoluindo com leões neurológicas importantes por toda a vida.

“Caso não sejam oferecidos os tratamentos adequados, importante percentual de sobreviventes terá que viver com déficits neurológicos. As metodologias difundidas pelas PBSF englobam resfriamento corpóreo a bebês com asfixia perinatal e também o monitoramento cerebral contínuo da criança. Este monitoramento permite avaliar a atividade elétrica de base e oxigenação cerebral e, principalmente, se o bebê está tendo crises convulsivas. Merece importante destaque que segundo múltiplos estudos mais de 80% das crises convulsivas são subclínicas, ou seja, sem sinais aparentes”, explica o neonatologista e fundador da empresa, Dr. Gabriel Variane.

Essa situação pode levar a uma série de impactos, incluindo um importante impacto social associado a desestruturação familiar, além do impacto econômico, devido aos elevados custos que serão gerados para a família e para o estado durante toda a vida deste paciente. Lembramos que normalmente, uma criança saudável precisa apenas de acompanhamento pediátrico, consultas de puericultura e requer raras internações. Já um bebê com lesões neurológicas graves irá precisar de abordagem multidisciplinar incluindo especialidades como o pediatra, neurologista, cirurgião, ortopedista, otorrino, oftalmologista, fisioterapeuta, fonoaudiologista, dentista, terapeuta ocupacional, medicamentos especiais, além de diversas cirurgias e internações frequentes, principalmente em ambiente de UTI.

 

Por isso, a necessidade da criação de metodologias para amenizar um problema tão grave. Esse é o objetivo da PBSF.

Conheça as nossas metodologias

Soluções e Metodologias


A PBSF oferece aos hospitais suporte para a criação de um modelo de assistência específico denominado UTI Neonatal Neurológica, que inclui monitoramento e cuidado de bebês com risco de lesão cerebral, por meio de uma Central de Monitoramento 24 horas.

O monitoramento eletrográfico e hemodinâmico é realizado de forma remota por uma equipe profissional especializada, permitindo acesso aos exames e discussão de casos clínicos 24 horas por dia.

Além da disponibilização e implantação da tecnologia para a implantação da UTI Neonatal Neurológica, são discutidos protocolos, casos clínicos e promovidos treinamentos longitudinais com as equipes e, tudo isso, possibilita ao médico ter assistência altamente especializada oriunda da equipe da Central de Monitoramento.